"É...", "tipo", "né", "então"
Os vícios de linguagem — "é...", "tipo", "né?", "então", "aham" — são preenchedores automáticos do silêncio. Em excesso, eles poluem a fala, passam insegurança e distraem a plateia (que começa a contá-los em vez de ouvir você).
Por que acontecem: eles surgem no momento em que você pensa no que dizer — e tem medo do silêncio. O cérebro tapa o buraco com um som.
A solução é simples: troque o vício pela pausa. Onde sairia um "é...", faça silêncio. A pausa faz o mesmo trabalho (te dá tempo para pensar) — mas soa como confiança, não como insegurança.
🐛 Erro comum: não perceber os próprios vícios. Quase todo mundo usa muito mais do que imagina — só descobre ao se gravar.
🧠 Modelo mental — troca de moeda: cada "é..." é uma moeda de insegurança; a pausa é a mesma moeda, virada para o lado da confiança.
🎯 Missão: grave 2 minutos falando livremente sobre um tema e conte quantos vícios você usou. Só perceber já reduz.
